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Hospital São Lucas terá R$ 70 milhões para ampliar assistência à saúde

Recurso é proveniente de emenda parlamentar para reforma e aquisição de equipamentos. Só nesta gestão, Porto Alegre recebeu R$ 233,3 milhões para ampliar e qualificar os serviços no Sistema Único de Saúde (SUS)

Em visita à capital gaúcha, nesta quinta-feira, o ministro da Saúde Ricardo Barros anuncia a liberação de R$ 70 milhões para o Hospital São Lucas, da PUC-RS, em Porto Alegre (RS). O recurso, proveniente de emenda de bancada parlamentar, será utilizado para ampliar a capacidade de atendimento na unidade, já que R$ 42 milhões serão destinados à reforma, e R$ 28 milhões, para aquisição de equipamentos.

O São Lucas é um hospital geral, sem fins lucrativos, e possui hoje 448 leitos, sendo 206 Sistema Único de Saúde (SUS). Entre as especialidades atendidas na unidade estão oncologia, cirurgia cardiovascular, nefrologia, obstetrícia. Conta com uma equipe com 1.200 médicos do corpo clínico e 2,7 mil funcionários.

Em média, a unidade realiza 240,5 mil consultas ambulatórias/ano, 23.319 procedimentos/ano, 2.629.908 exames/ano, 20.242 cirurgias/ano e 26.340 internações/ano (Fonte: hospital). Ano passado, a unidade recebeu R$ 18,62 milhões de recursos federais para custeio de serviços de alta complexidade. Além disso, o hospital também faz parte do Plano de Expansão da Radioterapia e deverá receber do Ministério da Saúde, um acelerador linear para substituição de equipamento até o final de 2019.

ONCOLOGIA – Ainda em Porto Alegre, Ricardo Barros participa do lançamento da Pedra Fundamental do Centro de Oncologia e Hematologia do GHC, que permitirá ampliar a oferta de tratamento para pacientes com câncer. A expectativa é que, após o novo centro, o GHC atenda a 1.800 pacientes em radioterapia, faça 80 transplantes de medula, além de 600 reabilitações por ano. Atualmente são realizados na unidade somente procedimentos de quimioterapia e cirurgias, mas com a ampliação será possível também fazer radioterapia e transplante de medula.

O custo do Centro de Oncologia e Hematologia será em torno de R$ 150 milhões. Sendo R$ 100 milhões para obras e R$ 50 milhões destinados à compra de equipamentos, especialmente de radioterapia. O tempo estimado para a obra é de três anos e a unidade tem previsão de funcionar com 94 leitos, sendo 50 de internação clínica, cirúrgica e de diagnóstico, e 30 de Internação de Hematologia e 14 para Transplante de medula óssea.

Ainda no GHC, o ministro inaugura a subestação de energia do Grupo Hospitalar Conceição, com três pavimentos e 1,2 mil metros quadrados de área. A subestação, construída com a tecnologia do concreto pré-moldado, tornará o hospital autossustentável. A capacidade total instalada da subestação é de 20/25 MVA e o circuito alimentado por duas subestações independentes podem ser monitorados à distância.

O Grupo Hospitalar Conceição é uma unidade federal e atende 100% SUS. É composta por quatro hospitais (Hospital Nossa Sra. da Conceição; Hospital da Criança Conceição; Hospital Cristo Redentor e Hospital Fêmina); 12 postos de saúde do Serviço de Saúde Comunitária; três Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento Moacyr Scliar) e o Centro de Educação Tecnológica e Pesquisa em Saúde (Escola GHC). Ao todo são 1.511 leitos e em média são feitas 1,4 milhão de consultas anuais e 30,9 mil cirurgias.

Em 2017, as unidades do GHC registraram 3,8 milhões de atendimentos ambulatoriais, ao custo de R$ 51,36 milhões e 48.811 internações, ao custo de R$ 77,68 milhões. O Ministério da Saúde repassou em 2016, ao Hospital Cristo Redentor R$ 522 mil de custeio e ao Hospital Nossa Sra. da Conceição R$ 2,54 milhões para expansão da oferta. Já em 2017, o Hospital Nossa Sra. da Conceição recebeu R$ 13 mil para ampliar o custeio.

GESTÃO – O município de Porto Alegre recebeu, apenas nesta gestão, R$ 233,3 milhões para ampliar e qualificar os serviços oferecidos à população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Desse total, R$ 200,2 milhões foram liberados em 2016, sendo R$ 17,6 milhões para habilitar e/ou qualificar serviços e leitos que funcionavam sem contrapartida federal de custeio e R$ 182,6 milhões referentes a 40 emendas parlamentares.

Em 2017, foram liberados mais R$ 32,1 milhões, sendo R$ 20,4 milhões para custeio dos serviços e R$ 11,7 milhões para 36 emendas parlamentares. Todos os projetos de emendas estavam parados desde 2014 e aguardavam aprovação do Governo Federal. Além disso, Porto Alegre recebeu R$ 1 milhão para reforçar a atenção básica, principal porta de entrada para o SUS, e R$ 473,3 mil para renovar a frota do SAMU 192, com a doação de uma nova ambulância.

Por Carolina Valadares, da Agência Saúde
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